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"Não o vê mas o mundo não para quieto mesmo debaixo dos seus pés."

Não o vê mas o mundo não para quieto mesmo debaixo dos seus pés. Forças tão grandes que não dominamos, nem compreendemos bem, estão todos os dias em movimento. Os grandes terramotos não acontecem só aos outros e o de 1755 em Lisboa não foi apenas um terramoto. Tragou a capital de um Império e as suas ondas de choque aceleraram a História. Mudou até hoje a nossa forma de ver o mundo. O Grande Terramoto de Lisboa não aconteceu aqui por acaso. Hoje, como em 1755, o Sul de Portugal está situado na fronteira de placas tectónicas e à beira de diversas e importantes falhas sísmicas. Os grandes terramotos são as mais imprevisíveis catástrofes naturais (se há coisa em que os cientistas estão de acordo é sobre a dificuldade de os prever). Sabemos que vão acontecer, sabemos onde poderão acontecer, mas não sabemos quando. A incerteza cansa e perturba-nos, nós sabemos. Descobrir, conhecer e sentir pela primeira vez, não. Num mundo mais aberto, mais ligado e mais incerto, tome uma coisa por garantida. Não é “se”, é “quando”. Aconteça o que acontecer, nós somos melhores quando estamos preparados.

Quake. Espere o inesperado.